O que ver em

Viana do Castelo

se ficar

Meio Dia

Para conhecer Viana é fundamental começar na Praça da República e continuar pelo Centro Histórico.

Quem vem a Viana não pode regressar sem ficar a conhecer melhor os magníficos trajes de lavradeira. Para isso, nada melhor do que começar por uma visita ao Museu do Traje.

O Museu fica na Praça da República, que é o verdadeiro coração da cidade, onde os vianenses passam diariamente e se encontram.

Como é uma zona pedonal, pode passear sem preocupações.

Aqui podemos ver: o Chafariz Monumental, a Igreja da Misericórdia e os antigos Paços do Concelho

Visite a Igreja da Misericórdia, onde pode ver um dos mais autênticos interiores Barrocos do país, com as paredes totalmente cobertas por azulejos pintados pelo mestre Policarpo Oliveira Bernardes.

Esta praça fica mesmo encostada à antiga muralha da vila de Viana da Foz do Lima (podemos perceber o seu traçado pela disposição em oval dos edifícios do lado do rio), e a principal entrada da antiga vila era por aqui (Rua Sacadura Cabral) e, ao fundo pode ver o rio Lima.

Logo à entrada, encontra a Igreja Matriz, com o seu aspecto de fortaleza a demonstrar a sua antiguidade e onde se encontra a capela dos Mareantes, que simboliza a forte ligação que a cidade sempre teve com o mar.

Ao passear pela parte mais antiga da vila, vai poder ver as ruas estreitas que desde o século XIII se foram formando – com nomes muito sugestivos: Rua do Poço, Praça da Erva, Beco do Caxuxo) e um conjunto muito harmonioso de edifícios de habitação, onde se destaca a Casa Renascentista no largo da Matriz.

Perca-se pelas ruas, imaginando como seria o viver da vila no tempo dos mareantes.

Desça em direcção ao Rio Lima e deixe-se contagiar pela sua calma. Depois admire a nova praça da Liberdade, com os novíssimos edifícios dos melhores arquitectos contemporâneos: a biblioteca, de Siza Vieira, a praça da Liberdade, de Fernando Távora e o Centro Cultural, de Souto Moura.

Deixe algum tempo para se sentar numa das esplanadas a gozar o ambiente.

O que ver em

Viana do Castelo

se ficar

um dia

Para conhecer Viana é fundamental começar na Praça da República e continuar pelo Centro Histórico.

Quem vem a Viana não pode regressar sem ficar a conhecer melhor os magníficos trajes de lavradeira. Para isso, nada melhor do que começar por uma visita ao Museu do Traje.

O Museu fica na Praça da República, que é o verdadeiro coração da cidade, onde os vianenses passam diariamente e se encontram.

Como é uma zona pedonal, pode passear sem preocupações.

Aqui podemos ver: o Chafariz Monumental, a Igreja da Misericórdia e os antigos Paços do Concelho

Visite a Igreja da Misericórdia, onde pode ver um dos mais autênticos interiores Barrocos do país, com as paredes totalmente cobertas por azulejos pintados pelo mestre Policarpo Oliveira Bernardes.

Esta praça fica mesmo encostada à antiga muralha da vila de Viana da Foz do Lima (podemos perceber o seu traçado pela disposição em oval dos edifícios do lado do rio), e a principal entrada da antiga vila era por aqui (Rua Sacadura Cabral) e, ao fundo pode ver o rio Lima.

Logo à entrada, encontra a Igreja Matriz, com o seu aspecto de fortaleza a demonstrar a sua antiguidade e onde se encontra a capela dos Mareantes, que simboliza a forte ligação que a cidade sempre teve com o mar.

Ao passear pela parte mais antiga da vila, vai poder ver as ruas estreitas que desde o século XIII se foram formando – com nomes muito sugestivos: Rua do Poço, Praça da Erva, Beco do Caxuxo) e um conjunto muito harmonioso de edifícios de habitação, onde se destaca a Casa Renascentista no largo da Matriz.

Perca-se pelas ruas, imaginando como seria o viver da vila no tempo dos mareantes.

Desça em direcção ao Rio Lima e deixe-se contagiar pela sua calma. Depois admire a nova praça da Liberdade, com os novíssimos edifícios dos melhores arquitectos contemporâneos: a biblioteca, de Siza Vieira, a praça da Liberdade, de Fernando Távora e o Centro Cultural, de Souto Moura.

Deixe algum tempo para se sentar numa das esplanadas a gozar o ambiente.

Depois do almoço, suba pela Rua Gago Coutinho e veja, no topo, a Casa dos Malheiro Reimão e a sua Capela, com uma exuberante decoração Barroca a dominar toda a rua.

Continue o seu passeio, agora pelo Jardim Marginal. Logo no início admire a estátua de Viana, que simboliza a ligação da cidade ao mar. Continue o passeio pelo jardim e, pare na esplanada do pitoresco café Girassol. Vá até ao fim do jardim, admirando a centenária ponte sobre o rio Lima, projectada por Eiffel e suba até à Igreja do Carmo, para admirar o seu interior Barroco.

Regresse ao centro, e siga pelo Passeio das Mordomas da Romaria, onde pode admirar dois belos solares urbanos, onde está instalada a Câmara Municipal, a Casa dos Távora e a Casa dos Alpuim.

Continue e atravesse a linha de comboio no passadiço, em direcção ao funicular, que o levará ao Templo de Santa Luzia.

No cimo do Monte pode ver uma vista fantástica, que junta o mar, o rio, a cidade e o campo.

Não deixe que esta beleza o faça esquecer de visitar ao Igreja. Comece pelo Museu de Santa Luzia, onde pode ver a evolução da igreja e, se for corajoso, termine subindo ao zimbório (o ponto mais alto da igreja), onde tem um ponto de vista ainda melhor!

Admire a vista com calma, antes de regressar à cidade.

O que ver em

Viana do Castelo

se ficar

dois dias

Para conhecer Viana é fundamental começar na Praça da República e continuar pelo Centro Histórico.

Quem vem a Viana não pode regressar sem ficar a conhecer melhor os magníficos trajes de lavradeira. Para isso, nada melhor do que começar por uma visita ao Museu do Traje.

O Museu fica na Praça da República, que é o verdadeiro coração da cidade, onde os vianenses passam diariamente e se encontram.

Como é uma zona pedonal, pode passear sem preocupações.

Aqui podemos ver: o Chafariz Monumental, a Igreja da Misericórdia e os antigos Paços do Concelho

Visite a Igreja da Misericórdia, onde pode ver um dos mais autênticos interiores Barrocos do país, com as paredes totalmente cobertas por azulejos pintados pelo mestre Policarpo Oliveira Bernardes.

Esta praça fica mesmo encostada à antiga muralha da vila de Viana da Foz do Lima (podemos perceber o seu traçado pela disposição em oval dos edifícios do lado do rio), e a principal entrada da antiga vila era por aqui (Rua Sacadura Cabral) e, ao fundo pode ver o rio Lima.

Logo à entrada, encontra a Igreja Matriz, com o seu aspecto de fortaleza a demonstrar a sua antiguidade e onde se encontra a capela dos Mareantes, que simboliza a forte ligação que a cidade sempre teve com o mar.

Ao passear pela parte mais antiga da vila, vai poder ver as ruas estreitas que desde o século XIII se foram formando – com nomes muito sugestivos: Rua do Poço, Praça da Erva, Beco do Caxuxo) e um conjunto muito harmonioso de edifícios de habitação, onde se destaca a Casa Renascentista no largo da Matriz.

Perca-se pelas ruas, imaginando como seria o viver da vila no tempo dos mareantes.

Desça em direcção ao Rio Lima e deixe-se contagiar pela sua calma. Depois admire a nova praça da Liberdade, com os novíssimos edifícios dos melhores arquitectos contemporâneos: a biblioteca, de Siza Vieira, a praça da Liberdade, de Fernando Távora e o Centro Cultural, de Souto Moura.

Deixe algum tempo para se sentar numa das esplanadas a gozar o ambiente.

Depois do almoço, suba pela Rua Gago Coutinho e veja, no topo, a Casa dos Malheiro Reimão e a sua Capela, com uma exuberante decoração Barroca a dominar toda a rua.

Continue o seu passeio, agora pelo Jardim Marginal. Logo no início admire a estátua de Viana, que simboliza a ligação da cidade ao mar. Continue o passeio pelo jardim e, pare na esplanada do pitoresco café Girassol. Vá até ao fim do jardim, admirando a centenária ponte sobre o rio Lima, projectada por Eiffel e suba até à Igreja do Carmo, para admirar o seu interior Barroco.

Regresse ao centro, e siga pelo Passeio das Mordomas da Romaria, onde pode admirar dois belos solares urbanos, onde está instalada a Câmara Municipal, a Casa dos Távora e a Casa dos Alpuim.

Continue e atravesse a linha de comboio no passadiço, em direcção ao funicular, que o levará ao Templo de Santa Luzia.

No cimo do Monte pode ver uma vista fantástica, que junta o mar, o rio, a cidade e o campo.

Não deixe que esta beleza o faça esquecer de visitar ao Igreja. Comece pelo Museu de Santa Luzia, onde pode ver a evolução da igreja e, se for corajoso, termine subindo ao zimbório (o ponto mais alto da igreja), onde tem um ponto de vista ainda melhor!

Admire a vista com calma, antes de regressar à cidade.

 

No segundo dia, comece por tomar um pequeno almoço na praça da República, para ver o que muda e o que se mantém de um dia para o outro.

Depois siga pela Rua Manuel Espregueira até ao largo de São Domingos. Aqui pode ver o Museu de Artes Decorativas, com loiças da Fábrica de Viana e mobiliário, para além do próprio edifício, o solar dos Barbosa Maciel, com lindíssimos azulejos nas suas alas.

Quando sair, olhe para a sua direita e visite a Igreja de São Domingos, onde está sepultado Frei Bartolomeu dos Mártires, recentemente beatificado e de grande devoção entre os pescadores.

Perca-se depois pelo bairro da Ribeira. São também casas pequenas, mas mais modestas que as do Centro Histórico, mas, por aqui, pode ainda cruzar-se com pessoas cuja vida e tradição estão ligadas ao mar.

Vá em direcçção ao Gil Eanes, um navio-hospital de apoio à frota de bacalhoeiros, que pode visitar.

Depois, para não destoar, delicie-se ao almoço com um Bacalhau à Viana.

 

E já que acabámos a manhã dentro de um barco, propomos-lhe que dedique a tarde aos muitos quilómetros costeiros do concelho de Viana do Castelo. Pode seguir para norte ou para sul e em qualquer dos casos ficará a ganhar com a visita.

Se for para sul, Castelo de Neiva é o seu destino. Saia de Viana do Castelo pela ponte desenhada por Eiffel e vir à direita na segunda rotunda, seguindo as placas indicativas.

Em Castelo de Neiva, visite o típico portinho de pesca e assista à labuta destas gentes do mar. Com sorte, poderá ver a chegada dos pequenos barcos coloridos e, quem sabe, comprar peixe fresco. Aí, qualquer um lhe dirá como chegar aos palheiros de sargaço, última memória de uma actividade que já ocupou muitos dos habitantes da zona. Antes de dar o dia por findo, visite as bucólicas margens do rio Neiva, que dá o nome à povoação e aqui desagua no mar.

Se optar por seguir para norte, a proposta é rumar em direção a Carreço. Quando chegar à praia (está sinalizada) pode ficar pelo café ou pelo areal ou ainda percorrer os passadiços num belo passeio por entre dunas. Propomos que rume a norte pelo caminho que parte mesmo junto à praia e encontre, a cerca de 100 metros, as antigas salinas romanas. Nesta zona fronteira ao monte de Carreço há também pedras com gravuras rupestres. Subindo ao monte, encontra os recuperados moinhos de vento, o farol e uma vista de cortar a respiração.