O que ver em

Ponte de Lima

se ficar

Meio Dia

O rio e a sua travessia foram a razão de ser de Ponte de Lima, a mais antiga vila portuguesa, e por isso lhe propomos começar o passeio pela sua margem. Das lavradeiras à legião romana que pensava ser o Lima o rio do esquecimento, as estátuas que vamos encontrando transportam-nos para outros tempos, até encontrarmos a sombra da Alameda dos Plátanos, que percorremos calmamente e onde poderemos, talvez, ver chegar algum peregrino de Santiago.

Façamos um desvio para lá da margem para descobrirmos a Igreja dos Terceiros Franciscanos e, mais acima, o romântico Teatro Diogo Bernardes. Quando regressarmos ao rio descobrimos o interessante mercado para voltarmos logo à direita.

Entremos na malha urbana pelo Arco da Porta Nova, ao lado da torre da antiga cadeia, que nos levava à antiga judiaria. Viremos à esquerda e percorramos as ruelas que nos levam em direção à gótica Igreja Matriz e à fronteira Igreja da Misericórdia.

No Centro Histórico de Ponte de Lima, admiremos a profusão arquitetónica que junta no mesmo espaço os solares barrocos aos edifícios burgueses e às casas de cariz mais popular. O caminho leva-nos até ao Jardim do Paço do Marquês, onde se encontra a Fonte da Vila e a estátua ao poeta António Feijó.

Voltemos a entrar no Centro Histórico voltando à direita para irmos até à Casa do Conde d’Aurora e ao Largo Camões, onde podemos descansar nas esplanadas e admirar o belo chafariz do século XVII.

A ponte chama-nos e é por ela que seguimos, primeiro no troço medieval e já na margem direita o que nos chegou do troço romano. Depois de atravessarmos o rio e termos feito todas as fotos que se impõem, chegamos à Igreja de Santo António da Torre Velha e à pequena capela romântica do Anjo da Guarda. Passeemos pelo Campo do Arnado, pela malha do Arrabalde de Além-Ponte e aproveitemos para visitar o Festival Internacional de Jardins.

Voltamos a caminhar pela ponte e os nossos passos desaguam uma vez mais no Largo Camões.

O que ver em

Ponte de Lima

se ficar

um dia

O rio e a sua travessia foram a razão de ser de Ponte de Lima, a mais antiga vila portuguesa, e por isso lhe propomos começar o passeio pela sua margem. Das lavradeiras à legião romana que pensava ser o Lima o rio do esquecimento, as estátuas que vamos encontrando transportam-nos para outros tempos, até encontrarmos a sombra da Alameda dos Plátanos, que percorremos calmamente e onde poderemos, talvez, ver chegar algum peregrino de Santiago.

Façamos um desvio para lá da margem para descobrirmos a Igreja dos Terceiros Franciscanos e o muito interessante Museu de Arte Sacra que merece a visita. Mais acima, o romântico Teatro Diogo Bernardes. Quando regressarmos ao rio descobrimos o interessante mercado para voltarmos logo à direita.

Entremos na malha urbana pelo Arco da Porta Nova, ao lado da torre da antiga cadeia, que nos levava à antiga judiaria. Viremos à esquerda e percorramos as ruelas que nos levam em direção à gótica Igreja Matriz e à fronteira Igreja da Misericórdia.

No Centro Histórico de Ponte de Lima, admiremos a profusão arquitetónica que junta no mesmo espaço os solares barrocos aos edifícios burgueses e às casas de cariz mais popular. O caminho leva-nos até ao Jardim do Paço do Marquês, onde se encontra a Fonte da Vila e a estátua ao poeta António Feijó. No Paço propriamente dito, funciona o Centro de Interpretação Militar.

Está na hora de almoçar e em Ponte de Lima todos lhe dirão para comer o Arroz de Sarrabulho com rojões ou, se for tempo dela, a lampreia. Não se preocupe com as calorias que este é um dia de muito andar.

Voltemos a entrar no Centro Histórico voltando à direita para irmos até à Casa do Conde d’Aurora, que pode visitar com marcação, e ao Largo Camões, onde podemos descansar nas esplanadas e admirar o belo chafariz do século 17.

A ponte chama-nos e é por ela que seguimos, primeiro no troço medieval e já na margem direita o que nos chegou do troço romano. Depois de atravessarmos o rio e termos feito todas as fotos que se impõem, chegamos à Igreja de Santo António da Torre Velha e à pequena capela romântica do Anjo da Guarda. Passeemos pelo Campo do Arnado, pela malha do Arrabalde de Além-Ponte e aproveitemos para visitar o Festival Internacional de Jardins. É aqui nesta margem direita que encontra o Centro de Interpretação do Território – onde poderá saber dos usos e costumes limianos e o Museu do Brinquedo Português onde encontra uma vasta coleção de brinquedos fabricados no nosso país entre os finais do século 19 e 1986.

Voltamos a caminhar pela ponte e os nossos passos desaguam uma vez mais no Largo Camões.

O que ver em

Ponte de Lima

se ficar

dois dias

O rio e a sua travessia foram a razão de ser de Ponte de Lima, a mais antiga vila portuguesa, e por isso lhe propomos começar o passeio pela sua margem. Das lavradeiras à legião romana que pensava ser o Lima o rio do esquecimento, as estátuas que vamos encontrando transportam-nos para outros tempos, até encontrarmos a sombra da Alameda dos Plátanos, que percorremos calmamente e onde poderemos, talvez, ver chegar algum peregrino de Santiago.

Façamos um desvio para lá da margem para descobrirmos a Igreja dos Terceiros Franciscanos e o muito interessante Museu de Arte Sacra que merece a visita. Mais acima, o romântico Teatro Diogo Bernardes. Quando regressarmos ao rio descobrimos o interessante mercado para voltarmos logo à direita.

Entremos na malha urbana pelo Arco da Porta Nova, ao lado da torre da antiga cadeia, que nos levava à antiga judiaria. Viremos à esquerda e percorramos as ruelas que nos levam em direção à gótica Igreja Matriz e à fronteira Igreja da Misericórdia.

No Centro Histórico de Ponte de Lima, admiremos a profusão arquitetónica que junta no mesmo espaço os solares barrocos aos edifícios burgueses e às casas de cariz mais popular. O caminho leva-nos até ao Jardim do Paço do Marquês, onde se encontra a Fonte da Vila e a estátua ao poeta António Feijó. No Paço propriamente dito, funciona o Centro de Interpretação Militar.

Está na hora de almoçar e em Ponte de Lima todos lhe dirão para comer o Arroz de Sarrabulho com rojões ou, se for tempo dela, a lampreia. Não se preocupe com as calorias que este é um dia de muito andar.

Voltemos a entrar no Centro Histórico voltando à direita para irmos até à Casa do Conde d’Aurora, que pode visitar com marcação, e ao Largo Camões, onde podemos descansar nas esplanadas e admirar o belo chafariz do século 17.

A ponte chama-nos e é por ela que seguimos, primeiro no troço medieval e já na margem direita o que nos chegou do troço romano. Depois de atravessarmos o rio e termos feito todas as fotos que se impõem, chegamos à Igreja de Santo António da Torre Velha e à pequena capela romântica do Anjo da Guarda. Passeemos pelo Campo do Arnado, pela malha do Arrabalde de Além-Ponte e aproveitemos para visitar o Festival Internacional de Jardins. É aqui nesta margem direita que encontra o Centro de Interpretação do Território – onde poderá saber dos usos e costumes limianos e o Museu do Brinquedo Português onde encontra uma vasta coleção de brinquedos fabricados no nosso país entre os finais do século 19 e 1986.

Voltamos a caminhar pela ponte e os nossos passos desaguam uma vez mais no Largo Camões. Aproveite o belo pôr-do-sol sobre o rio Lima, jante bem e durma melhor.

No segundo dia, vá, logo pela manhã, tomar um café retemperador ao Largo Camões, um dos principais palcos das duas mais importantes festividades de Ponte de Lima: a Vaca das Cordas e as Feiras Novas. Mas hoje estará bem mais calma e junta-se assim ao ponto de encontro dos limianos. Veja como a vida corre e olhe para o Lima e para a outra margem. É para lá que iremos.

Mas antes, pode visitar o Centro Equestre de Ponte de Lima, a poucos minutos a pé do centro da vila e, quem sabe, fazer um pequeno passeio a cavalo.

Vale de terra fértil, é frequente depararmo-nos com imponentes solares nas duas margens do rio Lima, pelo que se deve ir atento para não perder pitada. O nosso primeiro destino é o imponente mosteiro de Refoios do Lima fundado no século XII e recuperado por Fernando Távora para acolher a Escola Superior Agrária e conhecer a bela Igreja Paroquial de pórtico renascentista.

Façamo-nos de novo à estrada sempre pela margem direita em direção ao mar até chegarmos a Bertiandos. Podendo, pare o carro mesmo antes da ponte e observe o belo Solar de Bertiandos. O nosso destino é a área de Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Arcos.

Esta é a única zona húmida classificada do norte de Portugal e uma excelente oportunidade para passeios sempre ao pé da água, observação de aves e outros membros deste importante habitat. Com sorte, pode ouvir o cuco ou o pica-pau, ver a águia-d’asa-redonda ou o chapim real.

Pode agora regressar a casa, porque vai com certeza com uma energia redobrada!