O que ver em

Ponte da Barca

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Meio Dia

Se apenas tem meio dia, explore bem a vila de Ponte da Barca. A sede de concelho tem a paisagem bucólica do rio Lima como grande ponto de atração. Mas não é o único. Comece a visita pelo choupal, detenha o seu olhar na ponte tardo-medieval que substitui a barca de atravessamento entre as margens e dá o nome à terra e, sempre à beira rio, visite o Jardim dos Poetas e pode lembrar-se dos versos do poeta Diogo Bernardes, aqui nascido: O rio que verás tão sossegado / que te parecerá que se arrepende / de levar água doce ao mar salgado.

O Posto de Turismo é de visita obrigatória, com uma exposição que nos dá a conhecer o território. Praticamente em frente, num plano um pouco mais alto, fica a Igreja Matriz. Siga em direção a sul pelo meio da vila e descubra os cruzeiros da Via Sacra, que têm a singularidade de serem “legendados” na pedra, em direção à Igreja de Santo António, com o seu alpendre que prometia abrigo aos viajantes.

Volte para o centro e conheça o mercado pombalino e o pelourinho e perca-se nas mais antigas ruas da Fonte Velha (hoje rua Plácido de Vasconcelos e Alberto Cruz) junto ao rio. Esta é a terra onde nasceu Fernão de Magalhães, perpetuado na doçaria tradicional local que pode acompanhar o café.

Se ainda tem tempo, sugerimos um passeio pela ecopista junto ao rio ou, se preferir pegar no carro, uma visita ao mosteiro de Bravães, um dos melhores exemplos do românico no Alto Minho.

O que ver em

Ponte da Barca

se ficar

um dia

Se apenas tem meio dia, explore bem a vila de Ponte da Barca. A sede de concelho tem a paisagem bucólica do rio Lima como grande ponto de atração. Mas não é o único. Comece a visita pelo choupal, detenha o seu olhar na ponte tardo-medieval que substitui a barca de atravessamento entre as margens e dá o nome à terra e, sempre à beira rio, visite o Jardim dos Poetas e pode lembrar-se dos versos do poeta Diogo Bernardes, aqui nascido: O rio que verás tão sossegado / que te parecerá que se arrepende / de levar água doce ao mar salgado.

O Posto de Turismo é de visita obrigatória, com uma exposição que nos dá a conhecer o território. Praticamente em frente, num plano um pouco mais alto, fica a Igreja Matriz. Siga em direção a sul pelo meio da vila e descubra os cruzeiros da Via Sacra, que têm a singularidade de serem “legendados” na pedra, em direção à Igreja de Santo António, com o seu alpendre que prometia abrigo aos viajantes.

Volte para o centro e conheça o mercado pombalino e o pelourinho e perca-se nas mais antigas ruas da Fonte Velha (hoje rua Plácido de Vasconcelos e Alberto Cruz) junto ao rio. Esta é a terra onde nasceu Fernão de Magalhães, perpetuado na doçaria tradicional local que pode acompanhar o café.

Depois de um almoço onde o cabrito, o coelho bravo ou a posta barrosã podem fazer as delícias, sugerimos que conheça a aldeia de Lindoso e siga pela boa estrada em direção à fronteira. Lá no alto, está o nosso destino.

Lindoso é conhecido pela imensa eira com os seus 50 espigueiros, alguns do século 18, mas o castelo mandado erigir por D. Afonso III é um dos mais importantes monumentos militares da fronteira entre o Minho e a Galiza. Antigo concelho, Lindoso preserva o pelourinho e os antigos tribunal e Paços do concelho.

Perto da aldeia que merece uma visita cuidada, existem vestígios dos sistemas defensivos das invasões francesas.

O que ver em

Ponte da Barca

se ficar

dois dias

Ponte da Barca tem a paisagem bucólica do rio Lima como grande ponto de atração. Mas não é o único. Comece a visita pelo choupal, detenha o seu olhar na ponte tardo-medieval que substitui a barca de atravessamento entre as margens e dá o nome à terra e, sempre à beira rio, visite o Jardim dos Poetas e pode lembrar-se dos versos do poeta Diogo Bernardes, aqui nascido: O rio que verás tão sossegado / que te parecerá que se arrepende / de levar água doce ao mar salgado.

O Posto de Turismo é de visita obrigatória, com uma exposição que nos dá a conhecer o território. Praticamente em frente, num plano um pouco mais alto, fica a Igreja Matriz. Siga em direção a sul pelo meio da vila e descubra os cruzeiros da Via Sacra, que têm a singularidade de serem “legendados” na pedra, em direção à Igreja de Santo António, com o seu alpendre que prometia abrigo aos viajantes.

Volte para o centro e conheça o mercado pombalino e o pelourinho e perca-se nas mais antigas ruas da Fonte Velha (hoje Ruas Plácido de Vasconcelos e Alberto Cruz) junto ao rio. Esta é a terra onde nasceu Fernão de Magalhães, perpetuado na doçaria tradicional local que pode acompanhar o café.

Depois de um almoço onde o cabrito, o coelho bravo ou a posta barrosã podem fazer as delícias, sugerimos que conheça os vestígios do românico existentes no concelho e onde a igreja do antigo Mosteiro de Bravães é o mais expressivo exemplar.

Mas o passeio deve ainda levar-nos à Igreja de Castro e à Igreja de Vade (S. Tomé), com passagem pelo mosteiro de Vila Nova de Múia, que ainda conserva vestígios da sua antiga edificação, para acabar em Entre Ambos-os-Rios. Aqui, na confluência do Tamente com o Lima, a igreja paroquial foi remodelada no século 17, mas no seu adro foram encontradas sepulturas antropomórficas.

O segundo dia em terras de Ponte da Barca – antigamente conhecidas por Terras da Nóbrega – é inteiramente dedicado à parte serrana do concelho, em pleno Parque Natural da Peneda-Gerês.

Sugerimos que conheça a aldeia de Lindoso e siga de Ponte da Barca pela boa estrada em direção à fronteira. Lá no alto, está o nosso destino.

Lindoso é conhecido pela imensa eira com os seus 50 espigueiros, alguns do século 18, mas o castelo mandado erigir por D. Afonso III é um dos mais importantes monumentos militares da fronteira entre o Minho e a Galiza. Antigo concelho, Lindoso preserva o pelourinho e os antigos tribunal e Paços do concelho.

Perto da aldeia que merece uma visita cuidada, existem vestígios dos sistemas defensivos das invasões francesas. Mesmo ao pé da eira, visite a Porta do Parque Nacional da Peneda Gerês.

Volte a descer em direção a Ponte da Barca e em Entre Ambos-os-Rios meta na estrada para Ermida. Aqui, conheça esta típica aldeia serrana, a sua vida comunitária e o Núcleo Museológico onde encontra a estátua-menir e a pedra dos casados.

De volta a Entre Ambos-os-Rios, siga agora em direção a Germil. A meio do caminho, na encosta fronteira à estrada, é bem visível um fojo de lobos. A antiga armadilha foi recentemente recuperada e há até informação na estrada sobre o que está a ver. Siga até à aldeia e passeie pelos campos em redor. Há percursos sinalizados.