O que ver em

Melgaço

se ficar

Meio Dia

Se apenas tem meio-dia para visitar Melgaço, propomos-lhe que centre a sua atenção pelo centro histórico daquela que é a vila mais a norte de Portugal.

Os arruamentos do centro histórico, em direção ao castelo, valem o passeio pelas casas de vários períodos que aqui encontra. Destaca-se do casario a Igreja Matriz. Apesar do Românico inicial, o templo é hoje resultado das várias transformações de que foi alvo ao longo dos séculos.

Entre no castelo de planta circular, passeie pelas muralhas e suba à torre de menagem, aproveitando para conhecer melhor a ocupação do território. À saída, não perca o Museu do Cinema e conheça a sua excelente coleção reunida por Jean Loup Passek, digna de qualquer museu de cinema europeu.

O centro histórico espraia-se entre o Largo do Pelicano — com a estátua de Inês Negra, da autoria de José Rodrigues, que lembra o episódio contado por Fernão Lopes – e a Praça da República, onde, no subsolo, pode ver vestígios arqueológicos. Não saia do centro sem conhecer o belo edifício do Solar do Alvarinho e provar o nectar que só por estas terras ribeiras ao Minho se faz e propomos que dê um salto até à igreja de Nossa Senhora da Orada.

Continue o passeio indo ao Parque Urbano do Rio do Porto e conhecendo o Espaço Memória e Fronteira, que conta histórias de contrabando e emigração.

O que ver em

Melgaço

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um dia

Se apenas tem um dia para visitar Melgaço, propomos-lhe que centre a sua atenção pelos centro histórico daquela que é a vila mais a norte de Portugal e pela zona ribeirinha do Minho.
Os arruamentos do centro histórico, em direção ao castelo, valem o passeio pelas casas de vários períodos que aqui encontra. Destaca-se do casario a Igreja Matriz. Apesar do Românico inicial, o templo é hoje resultado das várias transformações de que foi alvo ao longo do séculos.

Entre no castelo de planta circular, passeie pelas muralhas e suba à torre de menagem, aproveitando para conhecer melhor a ocupação do território. À saída, não perca o Museu do Cinema e conheça a sua excelente coleção reunida por Jean Loup Passek, digna de qualquer museu de cinema europeu.

O centro histórico espraia-se entre o Largo do Pelicano — com a estátua de Inês Negra, da autoria de José Rodrigues, que lembra o episódio contado por Fernão Lopes – e a Praça da República, onde, no subsolo, pode ver vestígios arqueológicos. Não saia do centro sem conhecer o belo edifício do Solar do Alvarinho e provar o nectar que só por estas terras ribeiras ao Minho se faz e propomos que dê um salto até à igreja de Nossa Senhora da Orada.
Continue o passeio indo ao Parque Urbano do Rio do Porto e conhecendo o Espaço Memória e Fronteira, que conta histórias de contrabando e emigração.

Aproveite a boa gastronomia regional e depois do belo repasto passeie pelos percursos marginais do rio Minho, que partem do centro histórico e nos levam a conhecer as pesqueiras, com ponto de paragem obrigatório no Convento das Carvalhiças, cuja igreja é visitável.

O passeio leva-nos até ao Centro de Estágios onde poderá disfrutar da piscina, do mini-golfe ou dos campos de ténis. O passeio leva-nos até às Termas do Peso, onde poderá fruir dos tratamentos e da piscina ou apenas ciarandar pelo belo parque.

Não saia de Melgaço sem visitar as igrejas românicas dos Mosteiros de Fiães e de Paderne.

O que ver em

Melgaço

se ficar

dois dias

Neste primeiro dia pelo concelho de Melgaço, propomos-lhe que centre a sua atenção pelos centro histórico daquela que é a vila mais a norte de Portugal e pela zona ribeirinha do Minho.
Os arruamentos do centro histórico, em direção ao castelo, valem o passeio pelas casas de vários períodos que aqui encontra. Destaca-se do casario a Igreja Matriz. Apesar do Românico inicial, o templo é hoje resultado das várias transformações de que foi alvo ao longo dos séculos.

Entre no castelo de planta circular, passeie pelas muralhas e suba à torre de menagem, aproveitando para conhecer melhor a ocupação do território. À saída, não perca o Museu do Cinema e conheça a sua excelente coleção reunida por Jean Loup Passek, digna de qualquer museu de cinema europeu.

O centro histórico espraia-se entre o Largo do Pelicano — com a estátua de Inês Negra, da autoria de José Rodrigues, que lembra o episódio contado por Fernão Lopes – e a Praça da República, onde, no subsolo, pode ver vestígios arqueológicos. Não saia do centro sem conhecer o belo edifício do Solar do Alvarinho e provar o nectar que só por estas terras ribeiras ao Minho se faz e propomos que dê um salto até à igreja de Nossa Senhora da Orada.
Continue o passeio indo ao Parque Urbano do Rio do Porto e conhecendo o Espaço Memória e Fronteira, que conta histórias de contrabando e emigração.

Aproveite a boa gastronomia regional e depois do belo repasto passeie pelos percursos marginais do rio Minho, que partem do centro histórico e nos levam a conhecer as pesqueiras, com ponto de paragem obrigatório no Convento das Carvalhiças, cuja igreja é visitável.
O passeio leva-nos até ao Centro de Estágios onde poderá disfrutar da piscina, do mini-golfe ou dos campos de ténis. O passeio leva-nos até às Termas do Peso, onde poderá fruir dos tratamentos e da piscina ou apenas ciarandar pelo belo parque.

Não acabe o dia sem visitar as igrejas românicas do Mosteiro de Fiães e de Paderne.

 

Ao segundo dia, propomos que suba à serra da Peneda e às cercanias de Castro Laboreiro.
Comece por Lamas de Mouro, onde pode visitar a Porta do Parque Nacional da Peneda-Gerês e passear pelo vale muito arborizado. Terá oportunidade de ver uma ponte romana e quase de certeza grupos de garranos.

Continue a subir a serra até à aldeia de Castro Laboreiro. Aqui, conheça o núcleo museológico, o largo da Igreja Matriz, que tem uma pequena exposição. Nas ruas vai conhecer o Castro Laboreiro, o pacato cão de guarda que apenas aqui se cria e que esteve em vias de extinção.
Suba ao castelo de Castro Laboreiro e conheça as antigas pontes que por estas bandas impressionam.

Ao almoço, delicie-se com a gastronomia local e, depois, siga em direção ao planalto, onde encontrará a necrópole megalítica, a mais importante da Península Ibérica.

Nesta zona, o passeio será sempre por altos e baixos, ou não fosse esta povoação formada por vários núcleos: as brandas, onde se passavam os meses de verão; e as inverneiras, onde se aguentavam os invernos.

Se tiver tempo, sugerimos que vá até à branda da Aveleira.